Mostrando postagens com marcador PC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PC. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Qual foi o navegador mais rápido no primeiro semestre de 2012?


A briga entre os navegadores mais usados do planeta chega a mais um round, e já existem dados o suficiente para decidir o campeão do primeiro semestre de 2012. Os concorrentes são velhos conhecidos do público: Internet Explorer, Chrome, Firefox, Opera e Safari, sendo que todos se intercalam entre os primeiros lugares nas várias modalidades nas quais foram colocados à prova.


Os testes dessa rodada foram todos executados pelo Tom’s Hardware, que colocou os navegadores à prova em mais de 15 percursos diferentes. Continue acompanhando este artigo do Tecmundo e descubra quais são as nossas conclusões sobre o poder dos navegadores apresentados neste ano.

Tempo de inicialização


Como a nossa experiência com o navegador inicia assim que damos o duplo clique no ícone da Área de trabalho, nada mais justo do que começar testando o tempo de abertura dos aplicativos.

 



Assim como já apontaram testes anteriores, o Opera sai na frente durante a inicialização, seguido muito de perto pelo navegador da Google, com 1,6 segundo. O mais demorado foi o Safari, levando quase 6 segundos até que o aplicativo esteja pronto para o uso.

Tempo de carregamento de páginas


Esse teste mede o tempo médio gasto pelos navegadores entre solicitar uma página e deixá-la completamente carregada. Os sites testados foram: Google, YouTube, Yahoo!, Amazon, Wikipedia, craigslist e eBay.




Assim como mostra o gráfico, o campeão nesse quesito foi o Internet Explorer, com uma média próxima a 0,9 segundo. Safari, Chrome e Firefox vêm logo após, com uma diferença mínima. Apenas o Opera mostra uma disparidade maior, excedendo 1,1 segundo.

Desempenho em CSS


Boa parte dos sites modernos usa e abusa das ferramentas de CSS, que controlam como o conteúdo de uma página é exibido na tela. Por isso, a agilidade do browser ao manipular esse tipo de conteúdo é um dos fatores mais determinantes para a sua performance geral.
O gráfico a seguir mostra a média de pontos obtidos pelos browsers no teste Maze Solver da Microsoft. É possível fazer o teste você mesmo clicando aqui.




O navegador de Cupertino foi o grande campeão na resolução do problema de CSS, conseguindo ficar abaixo dos 4 segundos na média. O pior desempenho foi do Firefox, com uma média que ultrapassa os 35 segundos.

Aceleração por hardware no HTML5


Outro recurso tecnológico amplamente usado atualmente é o HTML5, que pode gerar efeitos ainda mais surpreendentes quando estiver usando os recursos gráficos de hardware. Para colocar o recurso à prova, o teste de frame-rate do WebVizBench vem bem a calhar.




O gráfico acima mostra a média da pontuação obtida pelo teste em todos os navegadores. Como é possível notar, o Internet Explorer e o Firefox estão bem próximos na liderança. O Chrome ficou bem no meio, com um pontuação de 5,026. Já o Opera e o Safari estão na lanterna, com menos de 2 mil pontos.

Carga em memória


Mesmo com a acessibilidade de hardware que temos atualmente, memória RAM ainda não é um recurso infinito, e um bom aproveitamento dela é desejável.

 



Por isso, o gráfico a acima mostra o resultado do teste que determina a eficiência do browser ao utilizar a memória, medindo o total de megabytes ocupados enquanto 40 abas estão abertas.

Confiabilidade sob stress


Poder abrir várias abas dentro da mesma janela do navegador é um recurso amplamente usado atualmente, por isso é importante testar a confiabilidade dos browsers ao lidar com várias delas abertas simultaneamente.

 



Para averiguar isso, foram abertas 40 abas de uma só vez em todos os navegadores concorrentes. O gráfico acima mostra quantas dela precisaram de uma atualização na página por apresentar erros de carregamento ou de conteúdo incompleto. Nessa disciplina, o Opera obteve o melhor resultado, com apenas uma aba defeituosa. Já o Chrome ficou em último, com nove abas precisando de um “refresh”.

Conformidade com padrões


Nesse teste, foi medido o percentual de conformidade com todas as tecnologias atuais usadas em navegadores. A execução ficou por conta dos sites HTML5Test.com e PeaceKeeper.

 



Como mostra a imagem acima, o browser da Google ficou no topo, com mais de 94% de conformidade com os padrões atuais, seguido de perto pelo Firefox e pelo Opera. Internet Explorer e Safari ficaram em último, abrangendo menos de 60% das tecnologias trazidas pelo HTML5.

Resultados


Depois da extensa bateria de testes, chegou a hora de reunir os resultados e decidir o navegador que merece ser coroado como o campeão do primeiro semestre de 2012. Mas antes vale esclarecer algumas condições de pontuação. Cada um dos testes atribuem pontos aos concorrentes de acordo com o grau de importância das disciplinas. O quadro abaixo mostra os critérios:


Sendo que os pontos foram distribuídos da seguinte maneira:


E o vencedor é:


A briga foi acirrada e todos os resultados foram apurados. Agora, chegou a hora de conferir qual dos browsers deve ser coroado como o melhor do primeiro semestre de 2012. Sem mais delongas, o vencedor dessa rodada é:














 

O navegador da Google saiu na frente do Firefox por pouco, arrematando a maior parte dos pontos. Vale lembrar que, além dos testes citados na matéria, a pontuação também é composta por outros testes executados pelo Tom’s Hardware. Confira o grid completo na imagem abaixo.


Opera vem logo em seguida, mantendo-se acima dos 15 pontos. Já o Internet Explorer e o Safari aparecem nos distantes penúltimo e último lugares. Parabéns à Google pela vitória!



Fonte: Tecmundo

sábado, 28 de julho de 2012

A era PC não acabou, conheça 7 razões


Os smartphones e tablets aparecem cada vez mais cheios de funções – e trazem capacidades de processamento verdadeiramente impressionantes. São câmeras com resoluções incríveis, funções inteligentes de leitura e ferramentas únicas, como projetores para paredes, por exemplo.

Assim, da mesma forma que há 30 anos os analistas não acreditavam que as pessoas teriam computadores pessoais em casa, talvez ninguém imaginasse também que, tão rapidamente, teríamos aparelhos com processadores quad-core dentro dos nossos bolsos.
Isto faz muitas pessoas chegarem a uma simples conclusão: com tamanha evolução, os PCs de mesa estão com os dias contados, afinal de contas, os portáteis já fazem por mim praticamente tudo o que eu preciso. Mas será que isso é mesmo verdade? Talvez haja, ainda, alguns fatores nos quais eles se mantenham mais firmes do que você imagina. Confira!

1. A história nos mostra


Basta realizar uma rápida pesquisa no Google para ver que muitas pessoas acreditam que os portáteis vão substituir os PCs. Contudo, essa afirmação é muito vaga e não há, de fato, algo realmente conclusivo para provar tal previsão. Em contrapartida, basta olhar um pouco para trás para perceber que, na maioria das vezes, as tecnologias andam de mãos dadas, em vez de substituir umas às outras.

Nós vimos isso com o rádio e a televisão, por exemplo. Melhor ainda: basta olhar o mercado de alguns anos para cá, quando também se falou que os notebooks substituiriam os PCs.Depois, os netbooks seriam os carrascos e, agora, os ultrabooks e os tablets. Se antes isso não ocorreu, provavelmente também não acontecerá agora.

2. Criar versus consumir


Não há como negar: tablets e smartphones são bem mais práticos de se usar. Este tipo de aparelho é mais leve e menor, de forma que você é capaz de lançar mão dele em vários lugares diferentes, esteja você no ônibus, deitado na sua cama ou, quem sabe, até mesmo no banheiro.

Contudo, isso mostra qual é a principal função deste tipo de gadget: o consumo de informações. Sim, os portáteis são bons para você ver algum vídeo ou ler sites e revistas, mas criar algo utilizando essas plataformas é praticamente impossível.

Apesar da constante evolução de hardware, as capacidades de processamento de um computador de mesa são infinitamente superiores. Além disso, outros fatores também influenciam, como o conforto e ergonomia na utilização de tal máquina durante horas a fio.

Que tal escrever um artigo como este aqui, por exemplo, utilizando somente o teclado virtual de um iPad? Você até pode não achar tão ruim assim essa tarefa, então, propomos um desafio maior: se um texto é fácil de ser redigido em um tablet, por que não desenvolver um programa, escrever códigos ou, quem sabe, criar uma página de internet diretamente na interface de um portátil?

Esses gadgets podem ser bons em algumas questões profissionais, como utilizar algum em uma apresentação ou ler os emails e realizar ajustes na sua agenda. Contudo, na maioria dos casos, enquanto os portáteis são bons para você consumir conteúdo, os PCs de mesa ainda são a melhor ferramenta para se trabalhar. E este é um dos principais motivos pelos quais muitas pessoas acreditam que ambas as plataformas devem coexistir.

Inclusive, a Microsoft e a Asus parecem já ter percebido isso, lançando aparelhos com teclados integrados e que podem ser conectados ou não, de acordo com o desejo do seu dono. Porém, isso pode ser somente uma “muleta”, que não torna, de fato, estes aparelhos funcionais quando as exigências são maiores.

3. Vendas continuam bem


As vendas de aparelhos portáteis vêm mostrando números impressionantes. E a previsão é que essa curva de crescimento continue, uma vez que são esperadas, para 2012, vendas na casa dos 107,4 milhões de aparelhos – isso falando somente dos tablets. Números impressionantes, mas que não vêm abalando tanto assim as saídas de computadores.
Apesar de o crescimento da demanda de PCs ter caído, ela segue uma tendência semelhante à dos últimos anos. E há várias explicações para isso, como o fato de o ciclo de vida de um computador ser maior. Existe um grande número de pessoas que conta com o mesmo PC em sua casa há vários anos. Basta ver que, somente agora, o Windows XP vem perdendo a liderança do mercado, por exemplo.

Um desktop com um processador Pentium Dual-Core ainda é capaz de dar conta do recado na maioria das vezes, sendo capaz de processar vídeos em boa resolução, executar com tranquilidade programas de escritório, navegar na internet e, até mesmo, rodar alguns bons games clássicos.

4. Upgrade


As atualizações também jogam a favor dos computadores de mesa. Se você tem um smartphone ou um tablet, para conseguir um hardware melhor você precisará comprar um novo aparelho por completo. Já se você tem um notebook, trocar peças é tarefa complicada, pois há diversos problemas de compatibilidade – isso sem falar no preço elevado, na maioria dos casos.

Agora, se você tem um PC de mesa e deseja realizar upgrades, quase sempre o que você precisa fazer é abrir o gabinete e trocar as partes. Assim, você pode aumentar a sua capacidade de armazenamento, memória RAM ou inserir uma nova e mais potente placa de vídeo sem grandes problemas. Esta facilidade agrada às pessoas, que acabam preferindo ter, em casa ou no escritório, uma máquina de mesa.

5. Armazenamento e computação nas nuvens


Hoje em dia, os melhores tablets do mercado não têm mais do que 32, 64 ou 128 gigabytes de espaço para armazenamento. Isso torna necessária a utilização da computação nas nuvens para que você possa guardar a maioria dos seus dados. E será que isso já é seguro de ser feito? Ataques frequentes mostram que alguns sites confiáveis acabam se mostrando frágeis.


Além da questão da privacidade dos seus dados, outro ponto é a agilidade no acesso. Com tudo na rede, sempre que você quiser acessar algum arquivo, você terá que contar com a boa vontade da sua conexão com a internet. Que tal editar uma imagem, por exemplo, e precisar encontrá-la em seus servidores online, baixá-la para o seu aparelho, fazer as mudanças para, depois, ter que realizar novamente o processo de enviar, hospedar...

6. Eu gosto de assoviar e chupar cana


Apesar de a multitarefa já ter evoluído consideravelmente nos gadgets móveis, os PCs ainda são o melhor lugar para quem deseja fazer várias coisas ao mesmo tempo. E há alguns casos em que essa diferença ainda é gritante. Que tal escrever um email para o seu chefe e ter que checar alguma informação em alguma outra mensagem?

No smartphone, essa tarefa pode até não ser tão difícil, mas provavelmente vai levar vários minutos – e pode requerer muita paciência. Agora, se você tiver que abrir algum arquivo, uma planilha de Excel, por exemplo, aí tudo ficará bem mais complicado. No seu computador de mesa, você pode fazer tudo isso enquanto assiste a um vídeo no YouTube, passeia pelo Tecmundo e edita uma imagem – tudo, é claro, em uma tela bem maior.

7. Compatibilidade e periféricos


Neste quesito, os computadores de mesa ainda ganham de lavada de qualquer outro dispositivo. Se o tamanho e pouca mobilidade são os seus pontos fracos, em contrapartida, um PC conta com entradas de rede, conexões para som, vários monitores, HDMI, um excelente número de portas USB – isso sem falar na grande diversidade de periféricos.

.....

E você, acredita que os computadores de mesa vão desparecer e dar lugar somente aos dispositivos portáteis ou acha que essas máquinas ainda têm muita lenha para queimar?


Leia mais em: