segunda-feira, 2 de abril de 2012

As 10 melhores pegadinhas do Dia da Mentira


Pronto, o primeiro dia de abril já passou e você não precisa mais ficar com receio das informações publicadas na internet. Mas se você não conseguiu acompanhar as pegadinhas desta data tão querida e amada pelos sites e empresas de tecnologia, confira agora um grande resumo com as brincadeiras mais legais que circularam pela web, com a presença (sempre) dominante da Google. 

1. Google Racing

O Google investe pesado em suas brincadeiras no primeiro dia de abril. Logos, vídeos, hotsites, tudo para fazer você quase acreditar que as lorotas que eles contam são verdadeiras. E para começar, apresentamos o Google Racing, uma das várias armações da gigante de buscas neste ano.
Que tal substituir completamente um piloto da NASCAR por um computador equipado com software da Google? A parceria inovadora entre as duas empresas ajudaria na autocondução de veículos competindo no mundo todo.
E para provar que a tecnologia funciona, a Google lançou um vídeo com o próprio Sergey Brin “pilotando” o carro com as mãos para fora.

2. Gmail Tap

E se você pudesse enviar e-mails pelo celular usando apenas dois botões para digitar o texto? Essa é a proposta do Gmail Tap, um método de entrada que utiliza o código morse para substituir as 26 teclas do alfabeto tradicional.
Uma vez “fluente” em código morse, você pode enviar suas mensagens sem precisar olhar para o teclado. Porque, para o Google, um ponto e um traço não são apenas dois botões, são infinitas possibilidades.

3. Google Fiber Bar

O Google Fiber é um projeto experimental de banda larga que vai oferecer conexões em torno de 1 GB/s, aproximadamente 100 vezes mais rápido do que a conexão que a maioria dos americanos tem em casa. Aproveitando o dia da mentira, a empresa lançou a Google Fiber Bar, uma barra energética que (também) é 100 vezes mais eficiente que qualquer outra barra.
Segundo a gigante da internet, os nutrientes da Google Fiber Bar viajam instantaneamente a qualquer órgão com deficiências nutricionais para restaurar a função saudável. O composto “fiberlicious” é capaz de levar sinais de seu trato intestinal e personalizar os nutrientes que ele oferece, com base nas necessidades específicas do seu corpo.

4. YouTube Collection

Não sabe como abrir a caixa do leite? Agora você pode receber um DVD do YouTube com diversas demonstrações e formas para aprender a fazer isso. Assine o Youtube Collection, um serviço de DVD para vídeos do YouTube (a página especial já está fora do ar).
Você também pode preencher um formulário com seu comentário sobre os vídeos aos quais assistiu, além de enviar um “polegar para cima” ou para baixo, dependendo de sua opinião sobre o que viu pelo DVD. As suas opiniões serão enviadas por correio diretamente para os criadores dos vídeos. Simples, prático e fácil, só que ao contrário.

5. Chrome Multitask

O Chrome também foi vítima das brincadeiras do dia da mentira. A Google anunciou ontem uma nova função para o navegador: o Chrome Multitask, uma nova função do Chrome que permite trabalhar com dois mouses ao mesmo tempo, possibilitando navegar e jogar simultaneamente, por exemplo.
Com a nova função, o Chrome pode lidar com diversos mouses, touchpads, canetas stylus, joysticks, trackballs e outros dispositivos apontadores que você pode plugar em seu computador, para que você e seus amigos possam ver dezenas de sites ao mesmo tempo.

6. O2 On & On

 (Fonte da imagem: Divulgação/O2)
Um celular com bateria de mil horas de conversação ou 92 dias em standby é um sonho de consumo para os donos de smartphones, e essa foi a promessa da O2 para o celular On & On. Além da bateria com uma vida extraordinariamente longa, o modelo conta com processador de 1,2 Ghz, tela LCD de 3.5 polegadas e câmera de 8 megapixels. A desvantagem é o tamanho do tijolo, que vem ainda equipado com Android 4.0 Ice Cream Sandwich.

7. Sony VAIO Q Ultrabook

Mais fino e leve que um MacBook Air? Que nada, a Sony resolveu radicalizar e criou um notebook que ultrapassa todos os limites da tecnologia atual: do tamanho de uma moeda de 25 centavos. A empresa anunciou ontem o Sony VAIO Q, com o processador futurístico Core i9, 8 GB de memória RAM, 256 GB de armazenamento SSHD e a impressionante tela LED de 1,25” x 0,75” Full HD!

8. Razer SnakeEyes

A Razer anunciou o SnakeEyes, um par de óculos que consegue identificar as competências de outros jogadores em tempo real. Basta você olhar para seus oponentes que descobrirá diversas informações relativas ao mundo dos games, como níveis de habilidade, entre outros.
Os óculos oferecem ainda uma lista de tarefas da “vida real” para aqueles que conseguem cumprir todos os objetivos dos jogos, mas sempre se esquecem de levar o lixo para fora. Você conta ainda com um sistema de elaboração de alimentos e um sistema de orientação de diálogos, para que você possa se socializar com humanos reais. É praticamente uma babá de gamers.

9. Google Maps 8-bits

Ao contrário das brincadeiras de outros anos, a Google foi bastante saudosista em 2012: a empresa apresentou uma versão do Google Maps para o NES – o famoso Nintendinho. Se o seu videogame deixou de existir há algumas décadas, não se preocupe. Além do cartucho, o Google Maps 8-bits também funciona em seu navegador.

A execução do Google Maps 8-bits é outra piada por si só. Além de trazer uma logo muito semelhante à da série Dragon Quest, é preciso conectar um fio de telefone ao cartucho para acessar seu modem e, assim, se conectar aos servidores da Google — com direito ao clássico barulho de conexão discada. Caso algum problema aconteça durante a operação, basta assoprar a peça para fazê-la voltar a funcionar.

10. Megaupload, o retorno

 (Fonte da imagem: Reprodução/Megaupload)
O Tecmundo também entrou na tradicional brincadeira de primeiro de abril ao anunciar o retorno do Megaupload (e com servidor brasileiro!). De acordo com nossa notícia (de mentirinha), pessoas ligadas ao fundador do site, Kim Dotcom, teriam copiado todo o conteúdo do site para possibilitar o seu retorno.
Uma empresa brasileira iria garantir o pleno funcionamento da página, além de downloads mais rápidos. O site deveria voltar a funcionar hoje (segunda-feira), mas com novas políticas para evitar problemas judiciais.
.....
Rá! Essas foram algumas das pegadinhas mais legais que circularam pela web no dia da mentira. Qual você achou mais criativa? Estamos aguardando sua opinião.


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segunda-feira, 12 de março de 2012

10 leis da informática que você precisa conhecer

Diversas leis regem nossas vidas. Além das regras de trânsito e da constituição de cada nação, há também as leis da física que, por mais rígidas que sejam, às vezes parecem ser contrariadas. E como não podia deixar de ser, o mundo da tecnologia também tem suas máximas, que dificilmente são quebradas.
Como listado pelo site TechRadar, são pelo menos dez adágios que regem os avanços tecnológicos e a internet nos dias de hoje. Confira na relação a seguir!

 

1. Lei de Moore: a mais famosa de todas

 

Lei de Moore prevê que o número de transistores em um circuito dobra a cada dois anos
Essa é, provavelmente, a lei tecnológica mais conhecida por todos. Estabelecida por Gordon E. Moore, a regra diz que o número de transistores que podem ser colocados em um circuito integrado dobra a cada dois anos.
Em 2011, a lei acabou recebendo uma atualização, e o número de transistores passou a dobrar a cada 18 meses, provando que seu autor estava, no mínimo, muito próximo da realidade.

 

2. Lei de Kryder: HDs maiores e mais baratos

 

Esta regra criada por Mark Kryder, vice-presidente da Seagate Corp., pode ser comparada com a famosa Lei de Moore. Entretanto, a Lei de Kryder diz respeito aos HDs. Nas palavras do autor, a cada 18 meses a densidade de um disco magnético dobra, e o preço cai pela metade. Entre outras vantagens, isso possibilita que serviços online possam oferecer cada vez mais espaço para seus clientes, sem cobrar a mais por isso.
Em um artigo publicado pela Universidade Mellon Carnegie, Kryder estima que, por volta de 2020, um HD capaz de armazenar mais de 14 terabytes de dados custará cerca de US$ 40 (R$ 70). Entretanto, vale a pena lembrar que os SSDs não obedecem a essa regra.

3. Lei de Wirth: software lento, hardware ligeiro

 

Você já parou para se perguntar por que o seu computador com muitos núcleos de processamento e quantidade absurda de memória RAM parece tão rápido quanto qualquer PC comum? Essa questão foi respondida por Niklaus Wirth em 1995, quando o criador da linguagem de programação Pascal estipulou a seguinte máxima: o software se torna mais lento de maneira mais rápida do que o hardware se torna mais veloz.
Muitas vezes, essa lei é atribuída a Larry Page, fundador da Google. Porém, a autoria, de acordo com Wirth, é mesmo de Martin Reiser, que no prefácio do livro “The Oberon System” estipula que “um observador crítico pode perceber que o software ultrapassa o hardware em lentidão e tamanho”.
Uma variante da Lei de Wirth também foi proferida pelo fundador da Microsoft, Bill Gates. Entretanto, a Lei de Gates é muito mais bem humorada: a velocidade do software comercial, normalmente, reduz em 50% a cada 18 meses, negando todos os benefícios divulgados pela Lei de Moore. Isso pode acontecer por diversas razões, como adição de recursos extras e complicados, código de má qualidade, preguiça do desenvolvedor ou mudança de gerente cuja filosofia de desenvolvimento não coincide com a do gerente anterior.

4. Lei de Metcalfe: o valor de uma rede

 

Apesar de, originalmente, essa lei tratar de computadores e máquinas de fax, ela também pode ser aplicada à internet e serviços online, como o Facebook. De acordo com Robert Metcalfe, engenheiro elétrico que ajudou a inventar a ethernet e fundou a 3Com, o valor de uma rede de telecomunicação equivale ao dobro do número de usuários conectados a ela.

5. Regra 34: pornografia por todo lado

 



Esta é muito simples e direta: “Se alguma coisa existe, há também uma versão pornô dela. Sem exceções”. Acredita-se que a regra 34 veio de uma história em quadrinhos online, que ficava hospedada no endereço zoomout.co.uk. Porém, também é possível que o autor da HQ tenha tirado a frase de algum email anônimo que circulava pela web.
Hoje, essa lei foi complementada e define que, caso a versão pornô de algo não seja encontrada, ao se falar dela na internet, algum artista vai, imediatamente, começar a produzir uma animação japonesa erótica (hentai) sobre o assunto.

6. Lei de Goodhart: a irrelevância dos demonstradores sociais

 

O professor de economia e conselheiro do Banco da Inglaterra, Charles Goodhart, estabeleceu em 1975 que “qualquer regularidade estatística observada tenderá a entrar em colapso assim que for colocada sobre ela alguma pressão com o objetivo de manter o controle sobre algo”. Em outras palavras, a regra estipula que se você define metas para tentar fazer com que algo bom aconteça, as pessoas encontrarão uma forma de atingir essas metas sem que tenham, necessariamente, que melhorar em algum ponto, tornando todo o trabalho inútil.
Um dos melhores exemplos vem do Google: quando o mecanismo de buscas passou a usar os links de entrada no PageRank para tornar a pesquisa mais relevante, spammers criaram sites especialmente programados para fornecer links e começaram a encher de spam os comentários de blogs, sempre com o objetivo de ganhar uma posição melhor entre os resultados.

7. Lei de Fitt: mais usabilidade em softwares e eletrônicos

 

É possível perceber a presença da Lei de Fitt em sistemas como o Mac OS X
É possível perceber a presença da Lei de Fitt em sistemas como o Mac OS X (Fonte da imagem: Divulgação/Apple)
A ergonomia e a usabilidade de produtos eletrônicos são essenciais para que o produto seja bem aceito. Interface estranha e ações complicadas podem funcionar como barreiras e afugentar prováveis clientes.
A Lei de Fitt define um comportamento que deve ser repetido como um mantra para designers de interface: a dificuldade de atingir um alvo é uma função da distância do alvo e do seu tamanho. Lendo essa frase, tudo parece muito óbvio. Mas é ela que define, por exemplo, a probabilidade de alguém clicar no botão “Concordar” em vez de “Cancelar”. Ou a agilidade com que uma pessoa acessará as opções do menu de um software.

8. Lei de Amara: pense nas tecnologias em longo prazo

 

Lei de Amara explica o comportamento dos fãs da Apple
Lei de Amara explica o comportamento dos fãs da Apple (Fonte da imagem: Divulgação/Apple)
O cientista Roy Amara definiu uma regra que encoraja todos a pensarem um pouco mais sobre a tecnologia: “Nós tendemos a sobrestimar o efeito de uma tecnologia em curto prazo e a subestimar o efeito em longo prazo”. Isso pode ser facilmente constatado quando um novo gadget de alguma marca famosa é lançado no mercado. Nos primeiros dias, a reação dos internautas é muito grande, mas quantos desses equipamentos continuam recebendo tanta atenção depois de meses ou anos?

9. Lei de Linus: o jeito Linux de ver as coisas

 

Linus Torvalds: criador do Linux e de duas leis da informática
Linus Torvalds: criador do Linux e de duas leis da informática (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Linus Torvalds, criador do sistema operacional Linux, é responsável por duas leis. A primeira delas é descrita por Eric S. Raymond no livro “A Catedral e o Bazar” e diz que, dado o número suficiente de colaboradores em um projeto, qualquer bug pode ser detectado e corrigido. Essa é, basicamente, a filosofia por trás do desenvolvimento do Linux e da Wikipédia: com muitas pessoas trabalhando ao mesmo tempo, é provável que diversos erros possam ser gerados. Mas se houver um grande número de colaboradores, os erros serão detectados e corrigidos rapidamente.
Entretanto, no livro “A Ética Hacker e o Espírito da Era da Informação”, Linus nos brinda com outra máxima: a motivação para qualquer coisa cai em três categorias: sobrevivência, vida social e entretenimento. Isso explica, por exemplo, por que algumas pessoas colaboram com projetos de código-fonte aberto.

10. Lei de Godwin: malditos nazistas!

 

Comparação com o nazismo encerra qualquer discussão (Fonte da imagem: Divulgação/Universal Picture)
“À medida que cresce uma discussão online, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou nazismo aproxima-se de um (100%)”. Criada pelo jurista Mike Godwin, em 1999, essa regra passou a dominar os fóruns de discussões, sendo que muitos participantes desses pontos de encontro virtuais concordam que, depois de uma comparação não irônica ao nacional-socialismo, qualquer discussão está acabada. Mas há quem discorde, alegando que essa é uma atitude muito nazista.

Via: Tecmundo

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ubuntu

Não sou muito de fazer isto, mas eu gostei MUITO deste sistema (e não é tão parecido com o Windows) é rápido seguro e eficiente. Ele é muito prático e liga em 10 segundos!!!

Segue a descrição do sistema:
(fonte: Wikipédia)
 

Ubuntu é um sistema operacional ou sistema operativo de código aberto, construído a partir do núcleo Linux, baseado no Debian. É patrocinado pela Canonical Ltd (dirigida por Jane Silber).
O Ubuntu diferencia-se do Debian por ser lançado semestralmente, por disponibilizar suporte técnico nos dezoito meses seguintes ao lançamento de cada versão (as versões LTS -Long Term Support - recebem supporte por 3 anos no Desktop e 5 anos no servidor), e pela filosofia em torno de sua concepção. A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema que qualquer pessoa possa utilizar sem dificuldades, independentemente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas. O sistema deve ser constituído principalmente por Software livre. Deve também ser isento de qualquer taxa.
Os fãs do Ubuntu são conhecidos como ubuntistas, ubunteiros ou ubunteros. A janeiro de 2011, o Ubuntu está em segundo lugar no Distrowatch, página especializada em catalogar o desempenho e uso dos muitos sistemas operativos com núcleo Linux.
Em 8 de julho de 2005, Mark Shuttleworth e a Canonical Ltd anunciaram a criação da Fundação Ubuntu e providenciaram um suporte inicial de US$ 10 milhões. A finalidade da fundação é garantir apoio e desenvolvimento a todas as versões posteriores à 5.10.


Resumindo: eu gostei deste sistema e uso ele em Dual-Boot com Windows 7 Ultimate (outro otimo sistema, tão bom quanto o Ubuntu, só q não é livre)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Lion Skin Pack, o Windows nunca foi tão Mac

Lion Skin Pack é um ótimo programa para deixar seu Windows com cara de Mac OS, Fica tão parecido que você pensa: eu tenho um Mac?????? eu já usei ele desde a primeira versão é ótimo, recomendo.
Abaixo a descrição do programa:

Muitas novidades surgiram no novo sistema da Apple, o Mac OS X Lion, como diversas melhorias em recursos já presentes, além de uma incrementada no conhecido visual criado por Steve Jobs e Jonathan Ive para os SOs da empresa.
Você pode ter um gostinho dele diretamente no seu... Windows! Isso mesmo, o Lion Skin Pack é um tema para Windows 7 que deixa o a máquina com a cara do novo sistema operacional da Maçã.

Transformando o Windows em Mac Os X Lion


Você deve perceber durante a instalação que o aplicativo funciona através da reunião de vários programas, todos relacionados em um só arquivo.  Isso é necessário, porque ele realiza muitas alterações no sistema, sendo preciso um software para cada mudança. Depois de aplicar o tema, lembre-se também de reiniciar o seu PC após a instalação.

Eu tenho um Apple?

Assim que seu sistema for iniciado, você vai até mesmo suspeitar que o seu computador foi trocado por outro, afinal de contas, o visual é completamente diferente! A Barra de tarefas pula para o topo da tela, o papel de parede assume um visual Mac e o famoso “Dock” também está presente.
Todas as janelas adquirem a aparência de aço escovado, principal característica de estilo dos sistemas Mac OS X. Além disso, os efeitos dos menus também passam a contar com muitas das configurações do SO da Maçã, inserindo transparências (diferentes das conhecidas no Aero) e mudando as abas.

E para fechar as janelas? Calma, basta olhar para o outro lado, uma vez que, no Mac, os botões de controle estão invertidos em relação ao Windows e posicionam-se na parte superior esquerda da tela.

Um Dock no Windows

O Dock fecha com maestria as mudanças trazidas pelo tema. A “estação de ícones” criada pela Apple funciona de maneira muito fiel, trazendo, inclusive, o símbolo do Safari para o atalho de acesso ao Internet Explorer.
Lion Skin Pack - Dock
Você pode configurá-lo da maneira de desejar e, caso queira inserir ícones ali, basta arrastar o programa desejado para o Dock. Para retirá-lo, use, o mesmo artifício.

Atenção

Para realizar a instalação e modificação de temas no Windows a partir de desenvolvedores não oficiais, é necessário que você instale o Universal Theme Patcher. O Lion Skin Pack já conta com as alterações deste aplicativo, todavia, caso não funcione, é recomendado que você aplique o patch e tente novamente.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

2011: A batalha dos navegadores


Além de catástrofes naturais, crises econômicas e protestos político-sociais, o ano de 2011 foi marcado por uma disputa acirrada entre os navegadores. Com suas atualizações realizadas em períodos de tempo cada vez menores, o Internet Explorer, o Mozilla Firefox e o Google Chrome são os três principais browsers e brigam por fatias do mercado com unhas e dentes.
De acordo com uma pesquisa feita pela NetMarketShare no final do primeiro semestre deste ano, o IE ainda é o navegador mais usado no mundo, sendo adotado por 53,68% dos internautas. Ele é seguido pelo Firefox, com 21,76%, e Chrome, com 13,11%.
Contudo, em terras tupiniquins esse cenário é bem diferente. Levantamentos feitos com os acessos do Baixaki e Tecmundo mostram que o browser da Google está cada vez mais forte e se aproximando rapidamente do produto da Microsoft.
Se por um lado em nosso site de downloads o Internet Explorer ainda lidera a quantidade de acessos, com 38,65%, em nosso site de artigos tecnológicos o Google Chrome já tomou a ponta com 37,82%. Confira nesta matéria as estatísticas completas desse estudo.
Não podemos deixar de citar outros dois grandes concorrentes: Opera e Safari. Apesar de não terem o mesmo número de adeptos, esses navegadores possuem recursos e ferramentas tão bons quanto os de seus oponentes mais famosos. Em meio a tantas reformulações, atualizações e intrigas, resolvemos analisar esses cinco browsers para ver qual deles teve o melhor desempenho em 2011.

Os competidores

Como os testes foram feitos

Para saber qual navegador ofereceu uma melhor experiência para os seus usuários, elencamos alguns pontos a serem analisados em cada um deles. Entre as características verificadas, encontram-se a instalação, a inicialização, o carregamento de páginas, o consumo de memória RAM, o desempenho em games online, a performance em benchmarkings e o gerenciamento de downloads.
Para ampliar ainda mais nossa análise, acrescentamos itens menos mensuráveis, mas com grande importância na sua interação e experiência – incluindo a presença de ferramentas de segurança, praticidade da interface e disponibilização de mecanismos de personalização.
Os testes realizados aconteceram em um computador com processador Intel Core 2 Quad Q8400 com 2,66 GHz, 4 GB de memória RAM, placa de vídeo NVIDIA GeForce 310 (com suporte para DirectX 11.0), 500 GB de disco de armazenamento e Windows 7 Professional Service Pack 1 de 32 bits. A conexão de banda larga com a internet utilizada foi de 100 MB, a qual é compartilhada entre todos os colaboradores da NZN.
Outras observações relevantes:
  • Seguimos o processo de instalação padrão oferecido por cada browser, sem alterar qualquer configuração;
  • No que concerne à tomada de tempo durante o carregamento de páginas, a cada teste feito, o histórico, os cookies e o cache eram excluídos – evitando que qualquer tipo de conteúdo armazenado pelos navegadores influenciasse nas análises seguintes;
  • Os valores registrados para os consumos de memória RAM referem-se aos picos alcançados em cada procedimento.

Instalação e desinstalação

Neste quesito, nós anotamos o tamanho dos instaladores, registramos se houve alguma dificuldade ou incômodo durante os processos e cronometramos o tempo de instalação e desinstalação – marcações que correspondem somente ao período automatizado de implementação e remoção dos softwares, sendo desconsiderado o tempo de navegação pelos assistentes apresentados.
No geral, nenhum dos softwares analisados apresentou um processo de instalação complicado. Contudo, o Safari e o Internet Explorer possuem procedimentos um pouco mais trabalhosos e demorados. O produto da Apple instala por padrão um segundo aplicativo, chamado Bonjour, que não tem influência em seu correto funcionamento – algo que nenhum outro concorrente ofereceu.
O IE foi o navegador com maior lentidão de instalação, pois baixa diversos pacotes durante a sua acomodação na plataforma – isso sem contar o fato de que você provavelmente terá que reiniciar o computador ao instalá-lo. O Google Chrome e o Firefox apresentaram assistentes de instalação simples, sendo o browser da Fundação Mozilla o mais rápido a ser implementado.
Como você pode perceber na tabela comparativa desta análise, o instalador do Chrome é bem menor que os demais. Isso acontece porque ele baixa boa parte do conteúdo necessário para o seu funcionamento após ter sido dado o comando de instalação – o que explica o seu tempo um pouco mais elevado do que o de outros navegadores.
Apesar de não ter sido o mais veloz, o Opera nos surpreendeu nessa análise com um processo extremamente prático, sem mesmo utilizar um assistente, bastando executar o instalador para que o navegador fosse instalado – disponibilizando mais tarde as opções de configuração.
Na contramão disso, as desinstalações dos browsers seguem basicamente os mesmos passos – apresentando variações de tempo bem menores. Devemos salientar que o Internet Explorer, por ser integrado ao sistema operacional, pode ser apenas forçado a retroceder para sua versão anterior, mas nunca desinstalado completamente do PC. Durante nossa análise, esse procedimento acabou nos dando muita dor de cabeça, exigindo uma restauração do Windows devido a falhas nos registros do sistema.

Inicialização

Para conhecermos o desempenho de inicialização dos competidores, foram marcados os tempos da primeira execução após a instalação, uma segunda ativação com a página inicial padrão e a demora na abertura da janela sem qualquer site sendo carregado.
Observação: na análise sobre a página inicial padrão de cada browser, nós não realizamos qualquer configuração manual. Após as instalações e suas primeiras execuções, fechamos os navegadores e os abrimos novamente.
Nessa seção de análise, a primeira execução foi a que causou maior discrepância entre os browsers. A diferença de tempo entre o Google Chrome (o mais rápido) com o Safari (pior tempo) chegou perto de 10 segundos. O que nós observamos é que apenas o aplicativo da gigante de Mountain View não carrega nenhuma página de apresentação nessa primeira inicialização – fato que com certeza coopera com a sua menor marca.
Em um segundo momento, quando os browsers foram executados pela segunda vez e com suas respectivas páginas iniciais padronizadas, as medições se equilibraram – mas ainda com uma leve superioridade do Chrome. Nesse procedimento, o Firefox assumiu a segunda colocação.
Na última análise, envolvendo a inicialização dos navegadores sem o carregamento de qualquer página, as variações de tempo são praticamente irrisórias, permanecendo em décimos de segundo. Assim, a diferença entre um e outro browser é quase imperceptível.

Carregamento de páginas

Em rotinas cada vez mais corridas, paciência para aguardar pelo carregamento de páginas não é uma virtude de todos os internautas. Nesse sentido, foram analisados os seguintes tempos de exibição:
Observação: a marcação do tempo de exibição das páginas iniciou após a execução do navegador e se estendeu até que o browser não apresentasse nenhuma indicação de carregamento em andamento (seja na barra de endereço, título da página, cursor do mouse ou outro elemento dos programas com tal finalidade).
Começamos analisando os navegadores durante a exibição de várias páginas simultaneamente. Nessa etapa, o Opera apresentou o menor tempo de carregamento e, para a surpresa de muitos, o Google Chrome ficou com a lanterna.
Em contrapartida, ao carregar uma página após clique em um link, o Opera foi o mais lento e o Internet Explorer acabou levando essa disputa. As próximas análises consistiram na apresentação de um site sem elementos em Flash e outro desenvolvido completamente com tal tecnologia.
Mozilla Firefox e Google Chrome dividiram as primeiras posições nesses quesitos, respectivamente. O Opera foi o navegador que mais deixou a desejar nessas etapas de avaliação, permanecendo em ambos os testes com a última posição.

Consumo de memória RAM

A exigência dos navegadores em relação aos recursos da máquina foi mensurada a partir do consumo de memória RAM (informada pelo Gerenciador de Tarefas do Windows) durante a sua primeira execução, com a página inicial padrão e após o carregamento dos seis sites mencionados anteriormente.
É válido ressaltar que os valores coletados correspondem aos picos de consumo após 45 segundos de execução, minimização e maximização da janela sequencialmente e transição rápida de abas.
Durante a primeira execução, o Chrome foi o browser que consumiu menos memória RAM da máquina – sendo seguido por Firefox e Opera. Porém, quando medido o consumo com a apresentação da página inicial padrão, o Safari mostrou o melhor desempenho e rebaixou o Chrome para a segunda colocação.
O navegador da Apple não parou por aí e apresentou o menor consumo de memória quando foram abertas as seis páginas. Chrome e Firefox disputaram o segundo lugar com muita proximidade, conforme você pode conferir na tabela referente a essa análise.

Desempenho em games online

Os games online ficam mais populares a cada dia – para perceber isso basta você acompanhar os novos títulos que são postados quase todos os dias no Baixaki. Para averiguar se os competidores eram capazes de proporcionar bons momentos de entretenimento, tentamos rodar o jogo Battlefield Heroes. Todavia, o jogo não era suportado pelo Opera e Safari.
Então, selecionamos dois clássicos do FPS, o Phosphor e o Quake Live, para verificar o tempo de carregamento e possíveis lags ou travamentos dos concorrentes.
Observações: as tomadas de tempo de cada título tiveram peculiaridades. No caso do Phosphor, foi incluída a execução do Adobe Shockwave Player. No segundo game, não consideramos o tempo de download e instalação do plugin específico para ele, apenas registramos o período da conexão com os servidores até o carregamento completo dos elementos do game (ponto no qual é exibida uma tela para que o jogador escolha o time com que deseja jogar).
Em uma perspectiva abrangente, todos os navegadores testados conseguiram rodar os títulos sem problemas. Enquanto testávamos os games nos browsers, em nenhum momento ocorreram lags perceptíveis ou travamento. Podemos afirmar que todos os competidores mantiveram as características gráficas originais dos jogos e apresentaram ótimas respostas aos comandos.
Em relação ao tempo de carregamento, o Chrome liderou a disputa com ampla vantagem no primeiro game – abrindo 1 minuto e 20 segundos do Opera, o último colocado. Todavia, a atuação do Adobe Shockwave Player, utilizado para a execução de milhares de jogos online, pareceu afetar drasticamente o consumo de memória do browser da Google.
Superando as expectativas, o Safari foi quem conseguiu executar tanto o Phosphor como o Quake Live com a menor exigência de recursos do PC.

Benchmarkings

Embora tenhamos feito diversos testes manuais para verificar o potencial dos browsers, nada melhor do que ferramentas de benchmarking para analisar o desempenho deles com maior fidedignidade. A lista de serviços usados foi a seguinte:
Observações: todos os benchmarkings foram executados com as janelas maximizadas e individualmente, para que suas respectivas atuações não interferissem no desempenho uns dos outros. O aplicativo FishTank foi configurado com 50 peixes e anotou-se o índice máximo de fps alcançado em um período de 30 segundos. Por sua vez, no programa Dromeo foi executada a opção “Run Recommended Tests”.
Comparando os melhores resultados entre todos os navegadores, o Google Chrome ficou mais bem posicionado em três benchmarkings e faturou a segunda colocação em mais dois – sendo o browser com o melhor desempenho, segundo esses softwares. Mantendo a mesma métrica de avaliação, o Opera foi o browser que obteve a segunda melhor performance (tendo dois primeiros lugares e três segundas colocações).
No outro extremo, o Internet Explorer ficou aquém das expectativas e segurou a lanterna com quatro dos piores resultados.
Observação: no teste do FishTank, presenciamos um empate técnico, já que Internet Explorer e Mozilla Firefox apresentaram o mesmo resultado (60 fps), inclusive na configuração que promoveu a primeira redução de frames (com 500 peixes circulando pela tela).

Gerenciamento de downloads

Seja com finalidades acadêmicas, profissionais ou apenas para o seu entretenimento, é certo que você baixará conteúdos por meio do navegador que tenha adotado. Portanto, um bom gerenciador de downloads é essencial na lista de recursos oferecidos pelo melhor browser.
Para analisar isso, escolhemos o editor de vídeos VideoSpin (arquivo com 162,4 MB) para ser baixado em todos os programas. Em seguida, anotamos o tempo total de download e verificamos as informações sobre os arquivos disponibilizadas pelos gerenciadores (sem a necessidade de pressionar qualquer botão ou comando).
Os dispositivos de gerenciamento de downloads de todos os browsers seguem um padrão informacional. A maioria dos navegadores analisados exibiu o nome e tamanho total do arquivo, o tempo restante para conclusão do download, a taxa de transferência e uma barra de progresso ou indicação do porcentual finalizado do processo.
Opera, Internet Explorer e Chrome ainda apresentaram a pasta de destino e o endereço de origem do conteúdo baixado. Contudo, o Firefox foi o software que levou o menor tempo para baixar o executável. Devemos deixar registrado que pode ter havido instabilidade em nossa rede durante as análises, porém nada que justifique uma diferença de 22 minutos entre o browser da Mozilla e o Opera, último colocado nessa seção.

Bônus

Até aqui, apresentamos recursos e ferramentas com métricas de mensuração mais “palpáveis” – nas quais pudemos obter tempos cronometrados ou números precisos sobre os seus respectivos desempenhos. Contudo, existem mais características em um navegador que promovem uma melhor experiência de navegação e interação com as suas funcionalidades.

Segurança

É sabido que navegar pela internet é uma atividade perigosa, pois estamos constantemente suscetíveis aos ataques de hackers e malwares. Devido a isso, os navegadores precisam contar com mecanismos que auxiliem na proteção das nossas informações.
Em relação a tal preocupação com segurança, analisamos as funções de navegação privada, gerenciamento de senhas salvas e bloqueio de popups – além de outras funções de defesa que um ou outro browser ofereça.
Nesse sentido, apesar de terem nomes diferentes, todos os navegadores disponibilizaram um modo de navegação privada, no qual você pode navegar pela internet sem que o browser deixe registrado seu histórico e ações. Além disso, todos eles operam em compatibilidade com certificados e protocolos de segurança convencionais da internet (SSL e TSL, por exemplo).
Abaixo seguem algumas características específicas de cada competidor:
  • Opera: na sua versão 10.60, foi incorporado um recurso de proteção contra a ação de malwares desenvolvido pela AVG. O aplicativo ainda disponibiliza um mecanismo de criptografia para as senhas salvas.
  • Google Chrome: esse navegador também conta com um dispositivo para criptografar os dados pessoais salvos nele.
  • Mozilla Firefox: oferece um gerenciador de permissões, pelo qual é possível definir se o navegador deve memorizar senhas, compartilhar localização, armazenar cookies, abrir popups e preservar conteúdo offline.
  • Internet Explorer: o aplicativo possui o filtro Smartscreen, que tem o objetivo de avisar o usuário quando um link for redirecioná-lo para um endereço de confiança duvidosa. Por sua vez, a Proteção Contra Rastreamento permite que você defina quais informações pessoais podem ser coletadas por sites de terceiros.
  • Safari: o novo painel “Privacidade“ desse programa (localizado no menu “Preferências”) mostra que tipo de dados os sites estão armazenando, dando a opção para que você os remova. É possível personalizar as configurações dos cookies e decidir se os sites têm permissão para solicitar informações sobre a sua localização.

Interface

Uma interface organizada e prática é fundamental para que você tenha uma interação mais agradável com os recursos do navegador. Tendo isso em mente, analisamos a ocupação de tela, a praticidade para encontrar suas ferramentas e o visual geral de cada browser.
Embora tenham suas peculiaridades, não podemos determinar qual navegador é mais bonito, pois cada pessoa possui preferências diferentes. Contudo, nós podemos avaliar a estrutura básica de cada browser.
Com esse viés, basta abrir os navegadores para perceber que todos seguem um mesmo padrão de aparência minimalista – tendo poucos botões, apresentando apenas duas linhas de barras de ferramentas e centralizando os menus em apenas um botão. Dessa forma, a ocupação de tela dos browsers é muito semelhante.
Entre as especificidades encontradas, está o botão único do Opera com todas as suas funcionalidades, o qual foi adotado também pelo Firefox. Outro recurso disseminado por esse navegador foi a tela com várias miniaturas das páginas mais visitadas (chamada Speed Dial) – mecanismo atualmente assimilado por todos os outros browsers.
Contudo, o Safari tem um dispositivo desse gênero, o Top Sites, com um visual mais moderno – graças aos aspectos 3D empregados. Até o momento, o Firefox foi o único entre os concorrentes que não adotou nativamente a transição suave de abas – efeito de sobreposição entre as abas quando você arrasta uma sobre as outras.
Em contrapartida, o produto da fundação Mozilla possui um recurso para a criação de grupos de abas em um ambiente repletos de efeitos visuais. O Opera conta com algo parecido, mas o agrupamento das abas é feito diretamente na barra de ferramentas. Por sua vez, o Chrome inovou em sua interface ao adotar uma página inicial direta para os aplicativos instalados nele.
No que concerne à praticidade para encontrar as funções desejadas, não podemos reclamar do que encontramos nos competidores. Todos eles mantêm um nível muito parecido de organização. Obviamente, em um primeiro contato com um novo navegador, você pode encontrar dificuldades para ativar determinados recursos por estarem alocados em locais diferentes daqueles com que está costumado.
Todavia, isso é apenas uma questão de adaptação. Em suma, todos os concorrentes proporcionaram uma interação intuitiva e agradável.

Funcionalidades e personalização

A maioria dos usuários adora personalizar o computador alterando tonalidades das janelas e plano de fundo da Área de trabalho, modificando efeitos sonoros, configurando protetores de tela, entre muitas outras opções.
Essa expectativa também é passada para os navegadores. Portanto, também analisamos a disponibilização de temas e centrais de extensões que ofereçam aplicativos capazes de adaptar os browsers de acordo com a suas necessidades.
Logo de cara, verificamos a existência de recursos para a sincronização de dados – uma característica muito importante para quem usa mais de um PC durante o dia a dia. O Safari e o IE foram os navegadores que não apresentaram uma ferramenta nativa para a transposição de preferências e dados pessoais – como favoritos e senhas.
Os competidores com recursos mais completos para isso são o Google Chrome (por meio da seção “Coisas pessoais”) e o Opera (via menu “Opera Link”), os quais permitem a sincronização de informações de acesso, aplicativos, temas, entre outras configurações.
Em se tratando de personalização, o Safari é o único que não tem suporte para temas. Nos demais browsers, você pode instalar aplicativos que alteram completamente a interface dos navegadores. Entre os softwares analisados, o Firefox nos chamou atenção com o “Personas”, um tipo de galeria que possui uma variedade enorme de skins e que permite uma pré-visualização do resultado final.
Entre os competidores, Chrome e Firefox são aqueles que possuem as centrais de extensões mais completas – você encontra todo tipo de complemento para adaptá-los conforme a sua necessidade.
Para quem gosta de se manter bem informado, o Safari é o browser que oferece o leitor de feeds RSS mais agradável. Essa ferramenta é totalmente integrada ao navegador, permitindo a assinatura de páginas de maneira muito intuitiva. Além disso, o produto da empresa da Maçã possui um mecanismo que elimina elementos das páginas visitadas que distraiam a sua leitura.
Referente à integração com o sistema operacional, como não poderia deixar de ser, o Internet Explorer oferece algumas funções diferenciadas, como a opção de adicionar links de páginas diretamente na Barra de tarefas do Windows 7. Porém, no quesito pesquisa na internet, o Chrome é o competidor que possui a melhor interação com o Google. Exemplo disso é a Omnibox.

Conclusão

Após as exaustivas análises, de acordo com os resultados que alcançamos, pudemos chegar à conclusão de que atualmente a versão estável do Google Chrome é a que oferece o melhor desempenho geral. Para chegar a tal veredito, nós consideramos cada etapa de análise individualmente, elegendo o navegador vencedor aquele que apresentou os melhores resultados comparados.
Quando ocorrido um mesmo número de primeiro lugares, o desempate foi considerado a partir da quantidade de segundas colocações. Persistindo o empate, o critério passou para as terceiras posições, e assim por diante. Assim, obtivemos os seguintes vencedores por seção de testes e análise geral:
No quesito “Instalação e desinstalação”, os competidores apresentaram procedimentos geralmente descomplicados – com ressalvas para alguns incômodos proporcionados pelo Safari e principalmente Internet Explorer. Nesse segmento, o Google Chrome levou a melhor em dois dos três testes.
Quando falamos de inicialização, a superioridade do Google Chrome é irrefutável. Em nossas análises, o browser da gigante de Mountain View foi melhor em todas as etapas. Em relação ao carregamento de páginas da internet, o Internet Explorer levou um primeiro, um segundo e um terceiro lugar – contra uma primeira, uma segunda e uma quarta colocação do Chrome.
Na quarta característica analisada, tivemos a primeira surpresa. O Safari apresentou o menor consumo de memória RAM em duas das três fases de avaliação. Entre os dois browsers que mais crescem, Chrome e Firefox, a disputa foi bem equilibrada.
Durante a execução de jogos, o navegador da Apple novamente mostrou que seu consumo de memória RAM é baixo, sendo o programa com menor exigência em ambos os games testados e aquele que ganhou o título dessa seção. Percebemos também que o plugin do Adobe Shockwave Player afeta bastante o consumo de memória do Chrome, Opera e IE.
Talvez naquela que seja a análise mais valiosa, o browser da Google mostrou todo o seu potencial e teve a melhor avaliação em três dos sete benchmarkings (desconsideramos o teste do Acid3 por todos os navegadores terem atingindo a nota máxima).
Nesse cenário, o Opera ganhou dois primeiros lugares e três segundos – ficando assim na “cola” do Chrome. Por outro lado, o Internet Explorer decepcionou ao apresentar quatro piores resultados apontados pelos sites de teste.
Basicamente, os navegadores possuem os mesmos mecanismos de segurança (navegação privada e criptografia de senhas). Por todos os navegadores terem apresentado um ou outro recurso diferenciado, estamos dando um crédito para os competidores e considerando um ponto para todos no ranking final. Na seção “Personalização”, mantivemos esse mesmo viés – apenas o Safari ficou sem a marcação, pois não possui suporte para a instalação de temas.
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Foram dias de testes para concluirmos este artigo. De forma alguma estamos dizendo para que você use um determinado navegador: nenhum dos competidores foi superior em todos os aspectos avaliados, portanto, as necessidades dos internautas podem ser satisfeitas por programas diferentes.
Nossa intenção é informá-lo sobre o desempenho específico de cada navegador, para que você chegue às suas próprias conclusões e escolha aquele aplicativo que atende as suas expectativas. Garantimos que todos os testes aplicados foram feitos da maneira mais imparcial possível.
Qual é o browser que você usa? Ele se saiu bem em nossa análise? Quais eram as suas expectativas? Quais melhorias poderiam deixar o seu navegador ainda melhor? Participe deixando seu comentário.


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